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Mensagem por MISTER em Qua Dez 23, 2009 1:34 pm

Para guardar todos os seus dados

Desde o início da computação pessoal, muita coisa mudou. A tecnologia caminha a passos largos e com ela, caminha também, o armazenamento de dados. De duas décadas para cá os discos rígidos tiveram capacidade aumentada exponencialmente, os disquetes morreram e outras mídias surgiram.



Você conhece cada uma delas? Quais as diferenças, semelhanças, vantagens e desvantagens de cada uma delas? Vamos descobrir.

CD

Em 1988 a Philips e a Sony publicaram as especificações para uma mídia ótica removível que poderia ser gravada e lida por um dispositivo laser. Em meados da década de 90 o CD-R se popularizou para se tornar um dos responsáveis pela morte dos disquetes.

Por padrão, um CD-R pode ter seu espaço gravado apenas uma vez. Por exigência da indústria, foi criada uma mídia regravável, chamada de CD-RW, que pode ser "apagada" e reutilizada diversas vezes.

Capacidade: 700 MB

Durabilidade: a durabilidade de um CD-R depende de diversos fatores, desde qualidade da fabricação até o armazenamento. Ainda que a indústria tenha passado que uma mídia em CD-R pode durar uma centena de anos, especialistas apontam que, dependendo da mídia, os dados gravados podem apresentar problemas após um período entre 2 e 5 anos.
Re-usabilidade: o CD-R não pode ser sobrescrito. Os dados de um CD-RW podem ser sobrescritos cerca de 1.000 vezes.

Pró: mídia extremamente barata hoje em dia para quem quer gravar um baixo volume de informações
Contra: sujeita a arranhões, difícil de armazenar, baixa durabilidade
Faixa de preço por mídia: R$ 0,62 a R$ 2,40 (CD-R) e R$2,89 a R$ 4,52 (CD-RW)

DVD

Desenvolvido pela Pioneer em 1997, o DVD-R chegou como substituto do CD-R. Seu principal atrativo é que, em uma mídia do mesmo tamanho do CD-R e com características semelhantes, um DVD-R é capaz de armazenar quase 7 vezes o volume de dados de seu padrão antecessor.

Como acontece no CD, o DVD-R pode ser gravado apenas uma vez. Como alternativa, também foi criado um disco regravável, chamado de DVD-RW.

Paralelamente, uma tecnologia para o DVD-R e DVD-RW foi criada e apelidada de DVD+R e DVD+RW. De tamanho físico e capacidade idênticas, a diferença entre essas mídias está em pequenos ajustes na mídia "+", que garante uma gravação mais rápida.

A maioria dos gravadores, hoje, é compatível com os dois formatos, mas é necessário prestar sempre atenção se todos os dispositivos em que a mídia gravada será rodada são compatíveis com o formato, para não acabar com um disco imprestável.



Outro formato também foi criado, a mídia de dupla camada, com o dobro de capacidade de armazenamento dos DVD-R simples.

Capacidade: 4,7 GB (camada simples) e 8,5 GB (camada dupla)

Durabilidade: como no caso do CD-R, a durabilidade de um DVD-R se baseia em diversos fatores, o que dificulta determinar com exatidão. Especialistas afirmam, todavia, que a longevidade de um DVD-R é a mesma do CD, então é melhor não apostar em armazenamento mais longo que 5 anos.

Re-usabilidade: o DVD-R não pode ser sobrescrito. Os dados de um DVD-RW podem ser sobrescritos cerca de 1.000 vezes.

Prós: é o atual padrão em mídias ópticas, compatibilidade com a maioria dos tocadores de DVD da atualidade, sendo uma boa forma de assistir vídeos baixados da web

Contra: sujeita a arranhões, difícil de armazenar, baixa durabilidade Faixa de preço por mídia: R$ 0,84 a R$ 6,20 (DVD-R) e R$3,52 a R$ 8,90 (DVD-RW)

Pendrive

Até o fim da década de 90, as mídias óticas eram as opções preferidas dos usuários que buscavam alternativas para backup ou para armazenar suas músicas e vídeos baixados. Eis que em 2000 surge, pelas mãos da IBM, o pendrive.

De baixo custo, baixo consumo de energia e extremamente portátil, os pendrives caíram primeiro no gosto dos profissionais de TI, que podiam levar programas e dados para escritórios de clientes sem ter que carregar discos externos ou cases cheios de CDs.

Basta espetar em uma porta USB (disponível em qualquer computador da atualidade, de mesa ou notebook) e pronto. A mídia está acessível para leitura e gravação.

Em pouco tempo, o pendrive se popularizou para todos os usuários, e é difícil encontrar quem não possua um, ou dezenas deles. Hoje, é tão (ou mais) fácil encontrar pendrives como é encontrar mídias óticas, que se espalham por prateleiras de mercados, lojas e até mesmo camelôs.

Capacidade: variável, no Brasil o comum é encontrar com facilidade entre 1 GB e 16 GB, entretanto no exterior equipamentos mais robustos, com até 256 GB (mais de 50 DVD-Rs) já são encontrados

Durabilidade: variável, mas alguns prometem armazenar dados sem perda por 10 anos

Re-usabilidade: variável, com alguns permitindo ciclos entre 500 mil e 1 milhão de gravações

Prós: barata, cabe no bolso, durável e sem frescuras, pode chacoalhar que os dados não são comprometidos

Contras: muito fácil de perder, alvo constante de criadores de vírus e, por isso, vetor de ataque

Faixa de preço por dispositivo: R$ 29,90 a R$ 279 (sendo o primeiro de 2 GB e o último de 16 GB)


Cartões de memória

De tecnologia semelhante à dos pendrives, os cartões de memória são utilizados por diversos aparelhos portáteis, como tocadores MP3, telefones celular e câmeras digitais. Para serem inseridos em um computador, precisam de adaptadores ou leitores de cartões, que são adicionais procurados para computadores de mesa e cada vez mais presentes em computadores portáteis, principalmente netbooks.

São diversos padrões concorrentes, de capacidades e formatos variados, sendo o mais famoso deles o Secure Digital, de capacidade máxima de 32 GB (embora estima-se que, com uma nova especificação - SDXC - anunciada este ano, os cartões possam chegar a 2 TB de dados).


Fitas DAT

Criada pela Sony em 1987, as fitas "Digital Audio Tape" foram usadas primariamente como forma de armazenamento de músicas. Em 1989, a HP e a Sony definiram um outro formato de fitas DAT, a Digital Data Storage, ou DDS.

Por serem muito duráveis, terem ampla capacidade de armazenamento e permitirem um bom número de regravações, estas fitas encontraram espaço no ambiente corporativo, como forma de backup de servidores.

São diversos padrões, sendo o mais recente o DAT 320, lançado em 2009. A próxima versão chega ao mercado em 2011, com o dobro de capacidade.



Capacidade: entre 1,3 GB e 160 GB (sem compressão, com compressão a capacidade pode dobrar)

Durabilidade: mínima de 10 anos

Re-usabilidade: até 2 mil ciclos de regravação

Prós: boa capacidade de armazenamento e confiabilidade

Contras: gravador e mídias extremamente caros, o que mantém a opção viável apenas em ambientes empresariais

Faixa de preço por mídia: R$ 23,50 a R$ 283,50

Blu-ray

A nova geração de mídias ópticas chegou meio a uma grande batalha. O Blu-ray desbancou a concorrente HD DVD em 2008 e lentamente começa a ser adotado. A mídia BD-R já começa a aparecer e, como atrativo, comporta aproximadamente 5 vezes mais dados que um DVD.

Assim como os discos DVD-R e CD-R, a mídia BD-R pode ser escrita apenas uma vez. A mídia regravável fugiu do lugar comum e em vez de se chamar BD-RW se chama BD-RE.

Por enquanto, gravadores e mídias são caros e escassos, principalmente no Brasil, mas com o passar dos anos é possível que ganhe força e se torne padrão.



Capacidade: 25 GB (camada simples) e 50 GB (camada dupla)

Durabilidade: a indústria promete dados acessíveis por no mínimo 10 a 15 anos

Re-usabilidade: discos podem ser gravados entre 100 e 1.000 vezes, dependendo da qualidade do disco

Prós: a mídia óptica de maior capacidade

Contras: sujeita a arranhões e, atualmente, muito cara para ser utilizada

Faixa de preço por mídia: R$ 23,90 a R$ 86,90 (BD-R), R$ 107,50 a R$ 129,50 (BD-RE) e aproximadamente R$ 240 (BD-R de dupla camada)

HD externo

O padrão de computadores é possuir uma HD, ou disco rígido (embora muitos portáteis já estejam vindo com memórias flash no lugar). Por sua alta capacidade de dados, discos rígidos externos começaram a ser fabricados como forma de ampliar a capacidade de armazenamento e viabilizar backups mais seguros.

São centenas de opções de discos rígidos externos que podem ser encontrados no mercado atualmente, inclusive com soluções como "caixas" nas quais discos rígidos que são comprados no mercado para equipar computadores montados podem ser transformados em HDs externos.

Estes equipamentos podem ser plugados direto na porta USB ou FireWire de um computador e podem clonar todo o conteúdo do disco rígido do computador, ou receber um grande volume de fotos e dados.

Capacidade: as mesmas dos discos rígidos que equipam máquinas desktop ou portáteis, atualmente entre 120 GB e 2 TB.

Durabilidade: assunto polêmico, dependendo da fabricante e da qualidade do equipamento. Alguns usuários perdem seus equipamentos depois de 2 ou 3 anos de uso, outros usuários ficam com seus discos rígidos funcionando por décadas

Re-usabilidade: milhares de vezes

Prós: baratos, de alta capacidade

Contras: grandes e desajeitados, não são resistentes a chacoalhões; por sua alta capacidade de armazenamento, uma falha de hardware pode significar a perda de muitos dados

Faixa de preço por dispositivo: R$ 376,50 a R$ 3.382,50


Nuvem

A última palavra em armazenamento de dados não ocupa espaço em sua mesa, bolso e nem pode ser empilhada. A moda é gravar dados remotamente, na internet, o armazenamento em nuvem.

Nesta modalidade, os dados todos ficam hospedados em servidores online, o que traz uma vantagem clara: disponibilidade de arquivos em qualquer lugar em que existir um computador e uma conexão à internet.

Com a popularização da banda larga e velocidades cada vez mais altas disponíveis para contratação, é cada vez mais viável se possuir um backup remoto. A internet está repleta de serviços do gênero, de variados estilos e preços, com uns gratuitos, embora bastante limitados (a poucos GB).

Uma preocupação constante neste caso é com a garantia de disponibilidade e backup dos dados. Uma empresa que feche suas portas, ou seja "engolida" por uma maior, precisa garantir aos seus clientes a disponibilidade de seus dados por tempo suficiente até que ele migre para um novo serviço, se assim decidir. Abordamos este assunto de forma mais aprofundada na matéria "A Revolução da Computação nas Nuvens".

Capacidade: varia de acordo com o plano contratado e o provedor do serviço

Durabilidade: indefinida

Re-usabilidade: indefinida

Prós: dados acessíveis de qualquer lugar em que exista conexão à internet

Contras: exige cuidado elevado na hora de contratar um serviço com relação à privacidade dos dados e a disponibilidade em eventuais mudanças da empresa contratada

Preço estimado: varia de acordo com o serviço, mas existem alternativas gratuitas


Os preços foram obtidos como medida de comparação entre mídias e foram feitos a partir de uma mesma loja virtual. A única exceção foram os preços dos pendrives, obtidos a partir de outra loja virtual.

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Re: Para guardar todos os seus dados

Mensagem por Henry em Ter Jan 05, 2010 12:59 pm

Tem Uns Ai Das Antiqueiras,Mais Nakela Epoca Era Muito Bom,Compara Um Disquete Com Um CD,Ou Um HD Com Um Pen Drive,Das Antigas HD Geralmente Era Abaixo de 5GB Hj Tem Pen Driver De 256GB Hds Com 1TB,E a Tecnologia.
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